A RES PUBLICA
A quarta história demorou muito para terminar. Foi se arrastando até ter o fim trágico como teve. as coisas não estavam claras para mim. A princípio tentei fazer uma coisa separada de todo mundo, algo mais intimista. Não deu certo. A coisa não engatinhava. demorei para perceber que não era por aquele caminho. Demorou e veio a oportunidade. "A Res Publica" era para ser a Coisa Pública tinha que está a galera toda da bagaça: Fargos, Merlinda, Maxmilian, Anastácia, e como convidados especiais Éris e Abobo. No final tudo ficou na mão de Iolanda. Que fez num momento "não oportuno" o cumprimento da profecia de Abobo. Uma nova linha se traça na relação temporal.
ABOBO
Al
guma coisa se arruma e somente abobo fica como uma aresta a ser aparada. É o único fio solto dessa história. Que existe e não existe. Todos os malkavianos já sabem que ele foi Tragado e agora ele anda por aí. Não sei em que tempo eu vou incluí-lo. Uma hora o bicho acaba sendo sugado de vórtice em vórtice. Mas agora ele está sem machado que pertence à Éris. Uma Nova Jihad se forma.Enquanto isso o velho profeta sem machado terá de procurar novas formas de enfrentar o demônio das trevas. espero jogar novas aventuras para entender como Abobo livrará da enlaçadora Coruja. E salvará sua honra da maldita Criança da Discórdia.
CORREÇÃO
O nome do deus asteca não é Quetzalbatle, e sim Tepoztecatl. nomes difícil de lembrar e enrolado na hora de falar. Ele deseja Boa Páscoa para todos vcs.
DATAS
Perdi o controle de datas. para um novo controle vou considerar que a última sessão ocorreu no dia 1º de Maio, uma data mágica para Astecas, Celtas, Romanos, Gregos e Cristãos.
Depois Narrarei aqui a Morte de Agnostos.
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