sábado, 25 de junho de 2011

Porco, Cavalo, Cachorro e encruzilhada.

Andando pelas ruas do Cohatrac matutava pela madrugada. A minha imaginação estralava em um diálogo Merlinda e Kayavantes, numa briga infernal que até os deuses atencionavam. Para resolver a disputa entre os dois foi proposto um enigma "Quem matou o porco?", e assim uma nova jihad.
Avançando pelo caminho a corrida foi pelas palavras, todos procurando em seus tomos e registros ambos descobriram que ninguém tinha registrado "quem matou o porco?" ou o que isso poderia significar. Voltando no tempo o enigma aumentaria e se estenderia podendo virar uma história, como não sabiam o que dariam a história, (Kayavantes sabia). Restava poucas oportunidades a única Nova Ideia Nascente e que ligava Merlinda ao Porco. Foram estes até lá.
Após horas de discussão e danos agravados foram á fronteira do submundo. A deusa das Três Encruzilhadas envia seus cachorros para vigiar os dois Cavalos. Agora é a hora de guiar os seus ninguém pode sair do submundo sem pagar o preço pela viagem, e a deusa das Três Encruzilhadas não iria prejudicar o comércio em prol de brincadeira dos deuses, mesmo que eles fossem deuses do olimpo .

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Perdi minha Memória


Algum tempo perdido da realidade a cena abaixo foi reposicionada para o seu devido lugar. Na inconciência de uma linhagem exótica que nunca existiu mas deixou seu rastro para os que sabem como chegar lá com uma boa jihad.

"O jovem Aakaj rasteja com sua mente sendo devorada por uma força voraz. Suas danças cambaleantes se reorganiza a cada gemido expelido por seus ossos e um jato de sangue a cada guicho. A parede do aposento de madeira do galeão estraçalha misturando-se ao som de ossos quebrando BRUJADIOSNISIOADEMARUNMADA. Mil e duzentas vezes em seu ouvido até se tornar um silêncio que decide morar num zumbido quase inaudível. Após sequências de solavancos os olhos molhados de vermelho do condenado percebe uma epigrafe a reluzir no alto de uma construção de pedra, encravada em sua percepção mas sem fugir do balanço do navio. PHOENIXESPHINX. Seu brilho cegante parecia fazer a inscrição saltar e ecoar por toda a sala de pedra. ' - Irmão Aakaj, entra pela porta espelhada, no Império do Prumo Lunar e meça as trevas e o tempo para que lembres onde estavas que te criei! Eis o reino de Kardia Ardil FenixEsfinx eu vos espero'. Repetindo ao infinito parecia deslizar tais palavras para o esquecimento maior, onde nem o mais poderoso ancestral pode acessar sem correr riscos sérios de sumir no profundo do Abismo."

Um ovo perdido na sombra da memória. A crônica não tem saído da minha mente insistido em dominar meu âmago. Quero esporrar em narrativa.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Vi uma Fada Nascer.


A crônica Festa de Ratos tem se tornado nos últimos dias um panacéia. Para este pobre narrador o orgasmo se faz presente a cada sessão. É uma crônica sobre Vampiros, mas os vampiros não estão sozinhos no mundo das trevas. Nesse mar de delícias aparecem magos, anjos, demônios e diabos, acrescido a isso um ser quase indescritível faz o balaio de gato, ou melhor a Festa de Ratos, mais dançante. O povo Belo traz um glamour diferente, na verdade o verdadeiro glamour de seres que tiveram suas almas arrancadas pelos espinhos que fazem fronteiras com a terra das Fadas verdadeiras.
Depois de muitas cenas em que as fadas cambalearam, pela primeira vez os seres feéricos poderão decidir o próximo passo no salão dessa festa, é a hora de interferirem com suas vontades. Não devemos nos deixar enganar, a aparência frágil se um jovem doentio com uma pá de madeira na mão pode revelar um fúria insana capaz de enterrar suas cópias por mais de 3 anos sem descanso. Seus medos e receios acabam por fortalecer suas armas.
Um novo personagem jogador, embora não seja um personagem motor da crônica, irá revelar novos aspectos da realidade para aqueles que não tem olhos atento para o sonho. O Changeling munido com uma pá de madeira pode se mostrar mais perigoso que sua aparência frágil indicar. Alguém com olhos do caos pode direcionar sua atenção para a fada pode ver algo tão perturbador capaz de dilacerar sua alma, ou o que sobrou dela.