
Algum tempo perdido da realidade a cena abaixo foi reposicionada para o seu devido lugar. Na inconciência de uma linhagem exótica que nunca existiu mas deixou seu rastro para os que sabem como chegar lá com uma boa jihad.
"O jovem Aakaj rasteja com sua mente sendo devorada por uma força voraz. Suas danças cambaleantes se reorganiza a cada gemido expelido por seus ossos e um jato de sangue a cada guicho. A parede do aposento de madeira do galeão estraçalha misturando-se ao som de ossos quebrando BRUJADIOSNISIOADEMARUNMADA. Mil e duzentas vezes em seu ouvido até se tornar um silêncio que decide morar num zumbido quase inaudível. Após sequências de solavancos os olhos molhados de vermelho do condenado percebe uma epigrafe a reluzir no alto de uma construção de pedra, encravada em sua percepção mas sem fugir do balanço do navio. PHOENIXESPHINX. Seu brilho cegante parecia fazer a inscrição saltar e ecoar por toda a sala de pedra. ' - Irmão Aakaj, entra pela porta espelhada, no Império do Prumo Lunar e meça as trevas e o tempo para que lembres onde estavas que te criei! Eis o reino de Kardia Ardil FenixEsfinx eu vos espero'. Repetindo ao infinito parecia deslizar tais palavras para o esquecimento maior, onde nem o mais poderoso ancestral pode acessar sem correr riscos sérios de sumir no profundo do Abismo."
Um ovo perdido na sombra da memória. A crônica não tem saído da minha mente insistido em dominar meu âmago. Quero esporrar em narrativa.
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